quinta-feira, 17 de maio de 2007

Desporto de Verão – Parte I

Decidi que com a chegada do bom tempo, não iria ficar em casa aos fins-de-semana e que havia de me meter num desporto outdoor. Ir para uma esplanada é giro uma vez ou duas, mas depois também farta.

Primeiro ainda pensei dar uns passeios de BICLA! Já tenho uma que até é porreirinha, é um meio de transporte que permite grandes deslocações, dá em vários tipos de terreno… O problema é que para ir de minha casa até um sítio simpático, calmo, com jardins e tal, tenho de percorrer muita estrada muito movimentada por carros e outros automobilistas. Sem ciclovia tenho algum receio em ir por aí. E não vou estar a comprar aquelas tretas que se metem nos tejadilhos porque depois terei certamente muita dificuldade em colocar a bicicleta lá em cima. A outra hipótese era apanhar o metro, mas já estou a ver aquela treta entalada na porta, a impedir a entrada e saída de passageiros… e eu como sou fraquinha de braços, sem conseguir pegar naquele emplastro e sair dali para fora. Ou seja, acaba por ser um bocado limitativo.

Seguindo para a hipótese B): PATINS! Ora eu era uma croma a andar de patins quando tinha 2 palmos!! Comecei tinha meio palmo, por isso estão a ver. Eu andava horas e horas em patins, praticava o Verão todo. E onde é que esta futura Tara Lipinski sem gelo trinava? Na varanda lá de casa, que não tinha mais que 1 metro de largura e 5 de comprimento. Mas fiz ali muito quilómetro, podem acreditar! Voltando às razões que me levaram a optar pelos patins… Ora os estes são bem mais práticos. Metem-se numa mochila, eu meto-me no metro e já tá. Demoro é um montão de tempo a meter as protecções todas: joelheiras, cotoveleiras, luvas. Não comprei capacete pois faz muito calor e tosta-me o Tico, o Teco e os primos. Quando era piquena era uma radical e nem protecções usava! Também se caísse, era de um 2º andar e por isso não sei se uma joelheira faria muita diferença. Já o capacete…
Ainda fui buscar os meus super patins de rodas paralelas, amarelos com fita verde e uns autocolantes a cair, eu adorava aqueles patins. Uma das vantagens é que dava para ir aumentando o comprimento, conforme eu ia crescendo. Basicamente, eu cresci com aqueles patins nos pés, eles são parte de mim, como um apêndice. Quando os experimentei, os meus olhos até brilharam: “Ainda servem!”.

To be continued

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